terça-feira, 24 de março de 2020

[Lady Trotsky Resenha...] Inferno no Ártico - Cláudia Lemes (Março - Mês das Mulheres)

Título: Inferno no Ártico 
País: Brasil
Autor (a): Cláudia Lemes (Vulgo Mulherão da Porra, Divina Criatura, Dama do Crime Brasileira, Rainha.)
Ano: 2019 (Financiamento Coletivo - Catarse)
Classificação:



Sinopse: Assassinatos bizarros abalam a cidade de Barrow, Alasca, durante o período de dois meses de noite polar. A detetive brasileira Barbara Castelo desconfia que seu primeiro caso de homicídio tem ligações com ocultismo, e precisa superar suas diferenças com o parceiro, Bruce Darnell, além de sua fobia do escuro, para encontrar o serial killer antes que ele consiga completar sua missão macabra.


Barbara Castelo, nascida em “país tropical, abençoado por Deus e lindo por natureza”, achou que já tinha conhecido o inferno na infância, quando um acontecimento terrível lhe deixou com nictofobia, o “popular” medo do escuro.
Ela não imaginava, porém, que, anos depois e sofrendo constantemente com o ainda muito presente trauma de infância, descobriria que ele era muito mais frio do que ela poderia imaginar quando um assassino em série torna a já complicada vida na inóspita Barrow, no Alasca, pior ainda, em especial quando a noite polar faz lá sua morada por longos dois meses.
 O inferno é no Ártico e Barbara Castelo vai precisar atravessá-lo se quiser sobreviver.

sexta-feira, 13 de março de 2020

[Lady Trotsky Resenha...] Eu vejo Kate 1 e 2 - Cláudia Lemes (Março - Mês das Mulheres)

 
Títulos: Eu vejo Kate Vol. 1 - O despertar de um assassino e Vol. 2 - A lua do assassino
País: Brasil
Autora: Cláudia Lemes (Vulgo Mulherão da Porra, Divina Criatura, Dama do Crime Brasileira, Rainha.)
Ano: 2015 (1ª Edição do Vol 1. - Independente e 2ª - Editora Empíreo), 2019 (Catarse (Ambos))
Classificação:





 Sinopse: Uma escritora obcecada por um assassino em série que foi executado pelo seus crimes. Um agente do FBI que mergulhou fundo demais nas suas investigações. Um serial killer morto. Esses são os três narradores que juntos constroem uma trama violenta sobre o comportamento humano, sexualidade, psicologia e o que se passa na mente de um serial killer. Quem está matando as mulheres de Blessfield?
"É uma ficção mais que real" - Ilana Casoy

Sinopse do 2: “Eu Vejo Kate 2 é uma aula sobre como construir personagens. É uma aula sobre ciência forense. E é uma baita história de suspense, daquelas que te envolvem com uma qualidade de escrita que eu raramente vi neste gênero no Brasil.
O livro de Claudia Lemes me envolveu de tal modo que eu sofri junto, investiguei junto. E, da forma mais delicada e emocionante, ele destruiu meu psicológico. Uma sequência que deve ser emendada logo que você terminar Eu Vejo Kate.” - Victor Bonini, autor de O Casamento e Quando Ela Desaparecer
 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Nem só de vampiros a autora gosta...



A autora também gosta de retratar gente real e aprendeu isso, e a gostar da coisa, de uma forma inusitada...
Revisando romances adultos com gente perfeita e demasiadamente humana. Todas de autoras femininas, sendo a primeira uma gauchinha super gente boa chamada Patricia Vahl e seu livro Uma noite e nada mais. Depois veio a paulistana de Taubaté (sem piadas aqui, gente, pois ela é super gente finíssima) Agatha Santos, com sua série chamada Homens de Palomino, cujo primeiro livro, Detestável para Mim, eu tive a honra de revisar. Ainda preciso ler o resto, e são cinco danadinhos. -risos-

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

A Longa Viagem de Volta - 1ª História do Universo Expandido Crowley - 1ª parte


            
 1ª Parte: Shion

            Novamente em Colônia do Sacramento, sinto como se tivesse deixado em um velho sótão uma antiga casa de bonecas.
            Pois as calçadas de pedra antiga, as casas coloniais, os barcos no porto, a praia de areias brancas, as pessoas conversando, as crianças correndo e tudo que aqui vi na infância continuam exatamente como me lembro. Com exceção do resto do mundo e de mim.
            O Muro de Berlim caiu, pelas mãos dos alemães já cansados de divisão, enquanto o avião me levava de volta ao antigo epicentro do meu mundo. A União Soviética agoniza em sua própria podridão moral e política. Uma ditadura militar ainda está em voga no Chile enquanto eu caminho pelas calmas ruas de pedra me perguntando se existem mesmo mais coisas entre o céu e a terra do que diz nossa vã filosofia.
            Eu, sendo uma pessoa da ciência, não costumava acreditar. Pelo menos não até me ver pegando um voo para Montevidéu, que antes fez duas escalas, uma em Nova York e outra no Chile. Pois me veio a lembrança de um Festival de Verão, em Osaka, quando entrei na barraca de uma cartomante, que atentamente me olhou após embaralhar as cartas de tarô, dividi-las em pequenos grupos e me fazer escolher um deles...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

A gente deveria se acostumar, mas não consegue






“Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.” Com essa frase, a escritora Marina Colasanti começa um dos seus mais célebres textos, Eu sei, mas não devia (Pode ser lido no excelente blog da Lilian Farias, Poesia na Alma: http://www.poesianaalma.com.br/2017/02/eu-sei-mas-nao-devia-de-marina-colasanti.html).
Entretanto, nem a autora e nenhum outro autor que eu tenha conhecido falam que a gente deveria se acostumar, mas não consegue. Mas com o que exatamente?

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Seções da página e a função de cada uma:





Enfim, um novo post no agora renascido blog (agora site) Os Vampiros Portenhos.
Dessa vez um pouco inusitada, pois é bem raro ver os blogs explicando as funções de cada aba, mas prefiro que vocês saibam o que esperar das minhas postagens (e talvez se prepararem para um pouco de polêmica, pois eu não fujo de assuntos espinhosos)...

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

O ano está fechando e a Lady Trotsky enfim está de volta


Sempre dizem: ano novo, vida nova. Comigo não está sendo diferente.
Comprei um domínio de site faz alguns meses, publiquei pela primeira vez em uma antologia, vi um livro meu pela primeira vez em uma casa editorial, inclusive ele estará em pré-venda durante os primeiros dias de 2020 por motivos de que como a Constelação está passando por uma reformulação, muita coisa precisou ser interrompida.
Li bastante, escrevi menos do que eu gostaria, mas fiz o suficiente para entrar o novo ano com gás suficiente para continuar adentrando nesse mundo criado por mim. Podem acreditar, eu ainda, mesmo depois de quase cinco anos, ainda não explorei tudo o que é possível dentro do universo dos Vampiros Portenhos. Mas penso eu que isso é porque quanto mais ideias eu escrevo, mais elas surgem, porque uma cordinha puxa a outra e assim vai se criando um novelo inacreditável que nem o gato de Schrödinger conseguiria desmantelar.
Me despedi de muita gente famosa da qual eu gostava, vi meu país se polarizando cada vez mais e a gente dele cada dia ficando menos humana por conta de quem vale menos que o cocô do cavalo do bandido.
Eu, e porque não dizer outros milhares como eu, vivemos um 2019 que desafiou a sanidade de meio mundo, mas, sobrevivemos para entrar 2020 com disposição o suficiente para enfrentar quem está disposto a impedir a roda da vida de continuar girando, pois, parafraseando Nikki Blonsky no maravilhoso Hairspray, filme de 2007 que eu amo demais...

You can't stop an avalanche as it races down the hill
You can try to stop the seasons, girl, but you know you never will
And you can try to stop my dancin' feet, but I just cannot stand still!
'Cause the world keeps spinnin' round and round
And my heart's keepin' time to the speed of the sound
I was lost 'til I heard the drums, then I found my way
'Cause you can't stop the beat
(Você não pode parar uma avalanche quando ela desce pela colina,
você pode tentar parar as estações, garota, mas você sabe que nunca vai conseguir
e você pode tentar parar meus pés dançantes, mas eu somente não vou suportar!
Porque o mundo continua girando e girando
e meu coração continua batendo na velocidade do som.
Eu estava perdida, até que ouvi a batida, e aí achei meu caminho,
porque você não pode parar a batida.)

Que 2020 venha com pelo menos 2020 e mais bilhões de motivos para seguirmos em frente. De preferência, com todos os bons sentimentos existentes, em especial o amor, a base de todas as boas coisas da vida. Não esqueçamos de lutar, porque ainda existe gente sem amor nesse mundo que vai fazer tudo para nos contaminar com a sua falta dele. Não permitamos isso.
Feliz 2020 e que o Universo lhes dê o melhor.